Um lançamento “egoísta”: Com vocês, a arte egoísta!

Eu, Icyng, neste blog desempenho várias funções técnicas, sempre visando a qualidade estética e textual do conteúdo que trazemos a vocês, leitores.

Acontece que, como qualquer repórter e/ou pessoa que tem contato constante com as letras, eu crio uma certa vontade de produzir conteúdo artístico. Visto que sou uma pessoa objetiva, não me contenho apenas em fazer arte simples e comum. Para expressar uma arte sincera e de ponto de vista científico e objetivo, nada melhor que titular a minha arte de:

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Já que eu já escrevi no site sobre o que se trata, digo que é um site sobre poesias, ensaios e textos da mais variada forma sobre o mundo artístico e cultural, tal qual o mundo como ciência, como ele é e sua dramática futilidade atual.

Eis o link para que se tenha acesso ao que alguém relativamente culto tem a escrever: “La Égoïste”.

Aqui vai o texto introdutório ao “Egoísmo”:

“La Égoïste” sou eu, é você, é todas as pessoas. Não porque somos egoístas por opção, nem por ideologia. Somos porque é natural. Tudo é egoísta: a natureza, o equilíbrio, a paz, a guerra, a ciência, a religião e todas as outras formas de expressão dessa vida.

Talvez discorde de mim nesse ponto específico: “Tudo é egoísmo”. Mas lhe digo: se tiver vontade de ler o que tenho a escrever, acabará por concordar comigo.
Não é um ponto de vista totalmente fácil de entender, mas creio que quem quiser dar ouvidos à filosofia vã de um excêntrico que algo tem a dizer entenderá.

Não mentirei. Não sou velho, não sou pós-graduado, não tenho formação superior (ainda). Então, sinta-se livre para me julgar como só mais um jovem a postar suas frustrações em seu “sitezinho”, isso se eu tivesse alguma frustração.

E é sobre isso que quero falar agora, minhas frustrações:

Todos os grandes poetas as tiveram?
Tiveram todos eles grandes problemas em sua vida, de modo a enriquecer sua obra?
Não creio.
Mas é isso que creem aqueles que hoje escrevem e leem.

Frustrações? Não tenho. E é isso que me permite escrever uma arte livre de maior sentimentalismo vão. Para fugir do grande mal que assola a arte atual vivi uma vida sem maiores emoções ressaltadas, sem dar ênfase às minhas frustrações pessoais. Sim! Me apaixonei e tenho namorada. Sim! Já tive momentos tristes. Mas seguindo uma filosofia semelhante à de Ricardo Reis, mantive uma vida sem muitas emoções exageradas, apenas coma diferença de que não me resignei ante meu destino, e pretendo subverter a morte, ao menos, para a história.

Talvez esse textinho seja bom o suficiente para descrever a vertente “Egoísta”. Com o passar do tempo o “egoísmo natural” tornar-se-á claro àqueles que forem capazes de entender o que tenho a dizer.

Abraços de Icyng, o egoísta.

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